Assistência Social

Solismara de Oliveira Tosato Delarmelina

Fórum reúne entidades e sociedade civil para debater direitos da pessoa com deficiência

Por Tatiana Moura, postado em 15/08/2019
Fotos Claudio Postay

A-C-E-S-S-I-B-I-L-I-D-A-D-E. Palavra polissílaba que, para além dos dicionários de língua portuguesa, significa a preocupação das autoridades com a arquitetura dos espaços públicos e coletivos para que estes atendam, integralmente, às necessidades das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Para debater esse e outros temas aconteceu, na tarde desta quinta-feira (15), o 2° Fórum de Inclusão sobre Barreiras, Desafios e Possibilidades de Viabilização de Direitos da Pessoa com Deficiência no município de Cariacica.    

O evento teve como objetivo proporcionar a divulgação de informações, refletir e debater sobre os direitos da pessoa com deficiência.

A abertura ficou por conta da banda Fanfa Congo da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais de Cariacica (Apae). Em seguida a mesa foi composta pelo presidente do Conselho Municipal de Direitos da Pessoa com Deficiência (Comdped), Eduardo Pires de Jesus; pelo vice-prefeito, Nilton Basílio; pela secretária de Assistência Social, Solismara Delarmelina; por representantes do Legislativo Municipal e da Defensoria Pública.

Em debate temas como ações civis públicas e medidas protetivas para a garantia dos direitos, Estatuto da Pessoa com Deficiência e pessoa com deficiência e seu contexto familiar.

Nas palavras de Eduardo, além do fortalecimento da luta pela inclusão, os esforços do Comdped giram, da mesma forma, em torno da acessibilidade.

“Nossa bandeira é lutar pela acessibilidade plena em todo o estado”, declarou.

A fala de Eduardo é engrossada pela fala de Solismara. "A deficiência não está no ser humano, mas na sociedade e em toda a estrutura física que não dá condições para que essas pessoas consigam adaptar-se ao espaço em que vivem. A acessibilidade é uma grande bandeira pela qual temos que brigar todos juntos", completa.

À frente da Cariacica Down há dois anos, Paula Schaydegger, vê os fóruns como espaços de discussões e trocas de ideias fundamentais para a garantia dos direitos.  

“É o momento de discutirmos os nossos direitos e os avanços que estão acontecendo positivamente no nosso município. O fórum é para isso, para debatermos e conseguirmos evoluir nessas questões das pessoas com deficiência”.

A expectativa é que as propostas debatidas sejam discutidas nas mesas-diretoras e em seguida sejam levadas ao âmbito estadual. 

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